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Hanseníase não é motivo de vergonha, e sim, de tratamento!

É tempo de desmistificar a doença e combater o medo e o preconceito

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O que é a Hanseníase?

A Hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa que afeta a pele e nervos. Causada pela bactéria Mycobacterium leprae e com registros s desde 4000 a.C., a hanseníase caracteriza-se pelo surgimento de manchas, perda de sensibilidade, e inflamações. Apesar de ser mais conhecida como lepra, esse termo está entrando em desuso por estar associado a preconceito e discriminação histórica contra pessoas acometidas pela doença.

A simbologia do roxo

A cor roxa foi escolhida pois é historicamente associada à dignidade e nobreza. Historicamente, as pessoas com hanseníase foram isoladas e até humilhadas por sua condição. A cor ajuda a trazer um tom de respeito aos pacientes, contribuindo na luta contra os estigmas sociais atrelados à doença.

Sintomas

Manchas na pele

Podem indicar alterações dermatológicas associadas a infecções ou doenças crônicas, exigindo avaliação médica para diagnóstico correto.

Alteração na sensibilidade da pele

Áreas que não coçam, não doem e não sentem o toque podem sinalizar comprometimento no sistema nervoso periférico.

Dormência ou formigamento constantes

Sugere possível dano ou inflamação nos nervos, podendo evoluir para perda de sensibilidade se não tratado.

Feridas que não cicatrizam

São sinais de alerta para infecções ou problemas circulatórios graves, podendo levar a complicações sérias.

Poliquimioterapia (PQT)

Com acompanhamento médico, o tratamento garante alta eficácia e permite que o paciente leve uma vida normal durante todo o processo. O objetivo é garantir qualidade de vida e prevenir sequelas, reforçando que a hanseníase tem cura.

O tratamento padrão é chamado de Poliquimioterapia (PQT). Ele consiste em uma combinação de três antibióticos potentes que atacam a bactéria de diferentes formas, garantindo a cura e evitando que ela crie resistência.
Um ponto fundamental é que, logo após a primeira dose, a pessoa deixa de transmitir a doença. Isso significa que não há necessidade de isolamento e o paciente pode continuar trabalhando e convivendo normalmente com a família.
O tempo de tratamento varia de 6 a 12 meses e só deve ser interrompido por indicação médica, mesmo que os sintomas desapareçam.

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